Empresa > História
AntecedentesA constituição da empresa
A Primeira Assembleia Geral de Accionistas
As Obras
1998 – O início da exploração e o desenvolvimento organizacional
Alargamento ao Vale do Sousa e segunda fase de investimentos
2000 – O novo ciclo da água
Maturidade empresarial
Novos desafios - A origem alternativa de abastecimento
2004 – “Fechar” o sistema multimunicipal
Antecedentes
A Águas do Douro e Paiva, S.A. baseia a sua genealogia empresarial numa linha de dificuldades regionais e locais relativamente ao abastecimento de água.
Nos finais da década de 80, no âmbito do PGIRH/N – Projecto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos do Norte, foi identificada, em torno do Grande Porto, uma zona que, abrangendo cerca de 2 milhões de habitantes, era considerada de “pré-calamidade pública”, em termos de abastecimento público da água.
Foi, então, elaborado o “Estudo das Grandes Origens de Abastecimento de Água”, concluído em 1991, que inventariou as origens possíveis, estudou as suas produtividades, estimou a análise das necessidades para o período de 1995-2020.
Em 25 de Maio de 1992, assinou-se um protocolo destinado ao compromisso de abastecimento ao subsistema Sul, no qual o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais tinha como parceiros, a EPAL e os seguintes municípios: Arouca, Castelo de Paiva, Espinho, Feira, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Porto, S. João da Madeira, Valongo, Vila Nova de Gaia.
Na sequência da assinatura deste protocolo foi nomeada a respectiva comissão instaladora para o subsistema Sul, a quem coube desenvolver todo o projecto técnico, económico e institucional que veio a ser formalizado, mais tarde, sob a configuração empresarial de Águas do Douro e Paiva, S.A.
Nos finais da década de 80, no âmbito do PGIRH/N – Projecto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos do Norte, foi identificada, em torno do Grande Porto, uma zona que, abrangendo cerca de 2 milhões de habitantes, era considerada de “pré-calamidade pública”, em termos de abastecimento público da água.
Foi, então, elaborado o “Estudo das Grandes Origens de Abastecimento de Água”, concluído em 1991, que inventariou as origens possíveis, estudou as suas produtividades, estimou a análise das necessidades para o período de 1995-2020.
Em 25 de Maio de 1992, assinou-se um protocolo destinado ao compromisso de abastecimento ao subsistema Sul, no qual o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais tinha como parceiros, a EPAL e os seguintes municípios: Arouca, Castelo de Paiva, Espinho, Feira, Gondomar, Maia, Matosinhos, Oliveira de Azeméis, Porto, S. João da Madeira, Valongo, Vila Nova de Gaia.
Na sequência da assinatura deste protocolo foi nomeada a respectiva comissão instaladora para o subsistema Sul, a quem coube desenvolver todo o projecto técnico, económico e institucional que veio a ser formalizado, mais tarde, sob a configuração empresarial de Águas do Douro e Paiva, S.A.
A constituição da empresa
Através do Decreto-Lei nº 116/95, de 29 de Maio, foi criada a Sociedade Águas do Douro e Paiva, S.A., empresa de capitais exclusivamente públicos. O objecto social é, exclusivamente, a exploração e gestão do sistema multimunicipal de captação, tratamento e abastecimento de água criado para a área geográfica definida através do Decreto-Lei nº 379/93.
Para a prossecução dos seus objectivos, a empresa Águas do Douro e Paiva, S.A., arrancou com um capital social de 3,5 milhões de contos, participando nele, em 51% a holding estatal IPE-Águas de Portugal e, em 49%, os municípios aderentes.
Para a prossecução dos seus objectivos, a empresa Águas do Douro e Paiva, S.A., arrancou com um capital social de 3,5 milhões de contos, participando nele, em 51% a holding estatal IPE-Águas de Portugal e, em 49%, os municípios aderentes.
A Primeira Assembleia Geral de Accionistas
A 12 de Junho de 1995, realizou-se a primeira assembleia geral de accionistas, com a eleição dos corpos sociais, iniciando-se formalmente a actividade da empresa.
Em 26 de Julho de 1996, celebrou-se, com o Ministério do Ambiente, o contrato de concessão do Sistema de Abastecimento de Água à Área Sul do Grande Porto, por um prazo de trinta anos, tendo-se, no mesmo dia, assinado os contratos de fornecimento com os municípios.
Em 26 de Julho de 1996, celebrou-se, com o Ministério do Ambiente, o contrato de concessão do Sistema de Abastecimento de Água à Área Sul do Grande Porto, por um prazo de trinta anos, tendo-se, no mesmo dia, assinado os contratos de fornecimento com os municípios.
As Obras
Assegurada a formação da empresa e delineados os estudos técnicos do sistema, empresa passou a focalizar-se essencialmente nas obras a realizar. O início dessa actividade pode sinalizar-se com o lançamento do primeiro concurso, em 1 de Agosto de 1996, para a empreitada do projecto e construção da plataforma da ETA de Lever. Foi o princípio da construção do sistema multimunicipal que, actualmente, conhece dois subsistemas:
- Sistema adutor Lever;
- Sistema adutor do Vale do Sousa.
- Sistema adutor Lever;
- Sistema adutor do Vale do Sousa.
1998 – O início da exploração
No final de 1997, a empresa adquiriu ao Município do Porto as infraestruturas de captação, tratamento e distribuição de água.
Esta opção estratégica possibilitou antecipar o início da exploração, por parte da empresa, do sistema multimunicipal.
O início da actividade de exploração foi em Janeiro de 1998, embora ainda limitada aos concelhos do Porto, Valongo, Gondomar, Maia, Matosinhos. No entanto, tais volumes representavam já cerca de dois terços dos totais estimados para o fornecimento previsto e impunham à empresa habituar-se aos novos padrões de qualidade exigidos.
Esta opção estratégica possibilitou antecipar o início da exploração, por parte da empresa, do sistema multimunicipal.
O início da actividade de exploração foi em Janeiro de 1998, embora ainda limitada aos concelhos do Porto, Valongo, Gondomar, Maia, Matosinhos. No entanto, tais volumes representavam já cerca de dois terços dos totais estimados para o fornecimento previsto e impunham à empresa habituar-se aos novos padrões de qualidade exigidos.
Alargamento ao Vale do Sousa e segunda fase de investimentos
Os concelhos do Vale do Sousa, inicialmente não integrados no quadro de abastecimento da Águas do Douro e Paiva, S.A., solicitaram a sua adesão ao sistema multimunicipal. Foi o caso de Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel (embora este não a tenha concretizado, até hoje).
Após estudos de viabilidade económica e financeira e a respectiva autorização da tutela governamental para o alargamento do sistema, essa adesão foi aprovada em assembleia geral de accionistas de 19 de Dezembro de 1997, sendo oficializada em 5 de Março de 1998 pelo ministério do Ambiente. O sistema multimunicipal passou então a integrar, na totalidade, dezoito municípios.
Esse alargamento a Norte implicou equacionar novas infraestruturas de abastecimento e proceder à reabilitação de estruturas municipais já existentes. O rio Paiva, com base nas estruturas de captação e tratamento, então ainda em construção, passou a ser a principal origem alimentadora desses concelhos.
Após estudos de viabilidade económica e financeira e a respectiva autorização da tutela governamental para o alargamento do sistema, essa adesão foi aprovada em assembleia geral de accionistas de 19 de Dezembro de 1997, sendo oficializada em 5 de Março de 1998 pelo ministério do Ambiente. O sistema multimunicipal passou então a integrar, na totalidade, dezoito municípios.
Esse alargamento a Norte implicou equacionar novas infraestruturas de abastecimento e proceder à reabilitação de estruturas municipais já existentes. O rio Paiva, com base nas estruturas de captação e tratamento, então ainda em construção, passou a ser a principal origem alimentadora desses concelhos.
2000 – O novo ciclo da água
O desenvolvimento regular das obras permite que, em 2000, a empresa, inicie uma nova etapa: a entrada em funcionamento das novas estações de tratamento de água de Lever e de Castelo de Paiva.
Maturidade empresarial
Embora o subsistema do Vale do Sousa ainda não estivesse concluído, por via da adesão tardia dos respectivos municípios e da especificidade da rede de abastecimento, a verdade é que a empresa tinha atingido no início do milénio aquilo que se pode considerar como a sua “maturidade empresarial”. Em 2002, a água fornecida chegava aos extremos geográficos da área de concessão a Sul (concelhos de S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis) e ao Vale do Sousa (Paços de Ferreira e Paredes). O serviço de abastecimento atingia já todos os concelhos da sua área.
Medidas no âmbito do Sistema de Gestão Integrado para a Qualidade, Ambiente e Segurança, desenvolvido para alcançar o objectivo da sua certificação (ver adiante), moldaram esse exercício de ajustamento, impondo requisitos e normalizando procedimentos.
Medidas no âmbito do Sistema de Gestão Integrado para a Qualidade, Ambiente e Segurança, desenvolvido para alcançar o objectivo da sua certificação (ver adiante), moldaram esse exercício de ajustamento, impondo requisitos e normalizando procedimentos.
Introduziu-se, em 2002, no âmbito da estrutura administrativa, o sistema de gestão integrada ERP (Enterprise Resource Planning), em partilha com o grupo Águas de Portugal.
Desenvolveram-se esforços no sentido de obter resultados substanciais na gestão da energia, com estudos de diagnóstico e auditorias energéticas, o que trouxe elevadas poupanças na factura da energia.
Desenvolveram-se esforços no sentido de obter resultados substanciais na gestão da energia, com estudos de diagnóstico e auditorias energéticas, o que trouxe elevadas poupanças na factura da energia.
Novos desafios - A origem alternativa de abastecimento
Faltava, ao nível dos compromissos da empresa, cumprir ainda um ponto (cláusula 21ª) do contrato de concessão, o qual passava por encontrar uma origem alternativa ao rio Douro para captação de água (a chamada 3ª fase de investimentos). Para esse efeito, considerou-se o rio Paiva como a origem alternativa, prevendo-se a construção de uma barragem, uma tomada de água no rio Paiva e sua condução, em túnel, para a ETA de Lever.
Para isso, a empresa desenvolveu vários estudos sobre localizações alternativas para a barragem, procurando caracterizar as opções técnicas viáveis, num entendimento global do problema. Mas os estudos relativos à construção da nova barragem, a construir na zona da Ponte da Bateira, encontraram obstáculos por parte da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), fundamentados na relevância ambiental da bacia hidrográfica do Rio Paiva.
Procurando-se uma nova alternativa, desenvolveram-se novos estudos que apontaram para a possibilidade de um sistema de captação no Tâmega, a partir da albufeira da barragem do Torrão, já construída. Tal opção implicaria, no entanto, assegurar a sua despoluição, com a implementação de projectos de saneamento básico na respectiva bacia hidrográfica a montante.
Para isso, a empresa desenvolveu vários estudos sobre localizações alternativas para a barragem, procurando caracterizar as opções técnicas viáveis, num entendimento global do problema. Mas os estudos relativos à construção da nova barragem, a construir na zona da Ponte da Bateira, encontraram obstáculos por parte da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA), fundamentados na relevância ambiental da bacia hidrográfica do Rio Paiva.
Procurando-se uma nova alternativa, desenvolveram-se novos estudos que apontaram para a possibilidade de um sistema de captação no Tâmega, a partir da albufeira da barragem do Torrão, já construída. Tal opção implicaria, no entanto, assegurar a sua despoluição, com a implementação de projectos de saneamento básico na respectiva bacia hidrográfica a montante.
2004 – “Fechar” o sistema multimunicipal
Em 1 de Setembro de 2004, a assembleia-geral da Águas do Douro e Paiva, S.A. procedeu à eleição dos novos corpos sociais.
Uma das decisões mais relevantes, em termos estruturais, foi a da definição de uma nova origem alternativa de abastecimento de água, complementar às captações do Douro.
Neste contexto, o conselho de administração apresentou à assembleia geral de 24 de Novembro de 2004 uma nova equação para um modelo alternativo de abastecimento, com base num conjunto de ligações ao sistema do rio Cávado, além da possibilidade de implementar novas captações no rio Sousa, bem como um melhor aproveitamento da actual captação existente no rio Paiva, já construída pela empresa, ligando-a a Lever, conferindo-se através destas várias ligações uma garantia de abastecimento em situação de emergência. Trata-se de uma nova abordagem de complementaridade que passa por ligar dois sistemas autónomos - o do Douro e o do Cávado, interligando ainda, no interior do sistema Douro, os subsistemas de Lever e do Vale do Sousa.
Estas ligações podem funcionar em ambos os sentidos, evitando eventuais situações de catástrofe, que levassem a suspensões prolongadas de abastecimento.
Na realidade, a metáfora das “auto-estradas da água” foi lançada em Setembro de 2004, enquanto fórmula de representação de um conjunto de ligações que permitirão colocar em rede os vários sistemas de abastecimento de água de modo a garantir origens alternativas de abastecimento em caso de falha, avaria ou acidente ambiental.
No caso concreto das ligações a efectuar pela empresa Águas do Douro e Paiva, S.A. para assegurar a complementaridade do sistema de abastecimento consideram-se as seguintes acções a realizar:
- ligação Águas do Douro e Paiva /Águas do Cávado, através da linha de adução Pedrouços - Nogueira II – Vilar do Pinheiro;
- ligação Águas do Douro e Paiva /Águas do Cávado, através da linha de adução Freixieiro – Vilar do Pinheiro;
- ligação do subsistema/sector do Vale do Sousa – Paiva ao subsistema/sector Lever – Norte;
- ligação da captação do rio Sousa a Lever.
A primeira ligação nesse âmbito de conexão entre sistemas começou a ser construída em 12 de Janeiro de 2005, altura que foi simbolicamente assinalada, com o início da ligação entre o reservatório de Pedrouços, da Águas do Douro e Paiva, S.A., e o de Nogueira da Maia, do sistema Águas do Cávado.
Uma das decisões mais relevantes, em termos estruturais, foi a da definição de uma nova origem alternativa de abastecimento de água, complementar às captações do Douro.
Neste contexto, o conselho de administração apresentou à assembleia geral de 24 de Novembro de 2004 uma nova equação para um modelo alternativo de abastecimento, com base num conjunto de ligações ao sistema do rio Cávado, além da possibilidade de implementar novas captações no rio Sousa, bem como um melhor aproveitamento da actual captação existente no rio Paiva, já construída pela empresa, ligando-a a Lever, conferindo-se através destas várias ligações uma garantia de abastecimento em situação de emergência. Trata-se de uma nova abordagem de complementaridade que passa por ligar dois sistemas autónomos - o do Douro e o do Cávado, interligando ainda, no interior do sistema Douro, os subsistemas de Lever e do Vale do Sousa.
Estas ligações podem funcionar em ambos os sentidos, evitando eventuais situações de catástrofe, que levassem a suspensões prolongadas de abastecimento.
Na realidade, a metáfora das “auto-estradas da água” foi lançada em Setembro de 2004, enquanto fórmula de representação de um conjunto de ligações que permitirão colocar em rede os vários sistemas de abastecimento de água de modo a garantir origens alternativas de abastecimento em caso de falha, avaria ou acidente ambiental.
No caso concreto das ligações a efectuar pela empresa Águas do Douro e Paiva, S.A. para assegurar a complementaridade do sistema de abastecimento consideram-se as seguintes acções a realizar:
- ligação Águas do Douro e Paiva /Águas do Cávado, através da linha de adução Pedrouços - Nogueira II – Vilar do Pinheiro;
- ligação Águas do Douro e Paiva /Águas do Cávado, através da linha de adução Freixieiro – Vilar do Pinheiro;
- ligação do subsistema/sector do Vale do Sousa – Paiva ao subsistema/sector Lever – Norte;
- ligação da captação do rio Sousa a Lever.
A primeira ligação nesse âmbito de conexão entre sistemas começou a ser construída em 12 de Janeiro de 2005, altura que foi simbolicamente assinalada, com o início da ligação entre o reservatório de Pedrouços, da Águas do Douro e Paiva, S.A., e o de Nogueira da Maia, do sistema Águas do Cávado.
Cronologia:
| 1985 | Barragem de Crestuma-Lever. Início das captações de água na albufeira pelos SMAS-Porto. |
|---|---|
| 1990 | Decreto-Lei nº 74/90, transpõe a directiva comunitária 80/778/CEE, relativa ao abastecimento público de água, institucionalizando o conceito de “ciclo de utilização de água” e definindo as características da água em função dos tipos de utilização. |
| 1991 | Implementação pelo Ministério do Ambiente dos estudos destinados à organização dos sistemas de produção para abastecimento de água, no âmbito do PGIRHN – Projecto de Gestão Integrada dos Recursos Hídricos do Norte. |
| 1992 | Assinatura de protocolo entre o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais, doze municípios e a EPAL com vista a constituição de uma empresa que assegurasse o abastecimento multimunicipal à Área Sul do Grande Porto. |
| 1993 | Dec.-Lei nº 379/93 de 5 de Novembro: institucionaliza a distinção entre sistemas municipais e multimunicipais e cria, entre outros, o Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água à Área Sul do Grande Porto. Criação da IPE – Águas de Portugal, SGPS, S.A, empresa pública que vai comparticipar nas várias empresas relativas aos sistemas multimunicipais de abastecimento de água e de tratamento de resíduos. Criação da Comissão Instaladora da Empresa de Abastecimento de água à Área Sul da Região do Grande Porto. |
| 1994 | Dec-Lei nº 319/94 de 24 de Dezembro: estabelece as bases gerais das concessões para construção, exploração e gestão dos sistemas multimunicipais. |
| 1995 | Dec-Lei nº 116/95, de 29 de Maio, cria a empresa Águas do Douro e Paiva, S.A. e aprova os seus estatutos. Publicação dos Estatutos da sociedade Águas do Douro e Paiva, S.A. e início de actividade. A primeira assembleia geral ocorre a 12 de Junho, com eleição dos corpos sociais. |
| 1996 | Celebração do contrato de concessão pelo Ministério do Ambiente, em 26 de Julho de 1996. Lançamento, em 1 de Agosto de 1996, da empreitada da construção da plataforma da ETA de Lever, que constituiu o primeiro de uma longa série de concursos com vista à execução das obras. |
| 1997 | Decisão de aquisição das infra-estruturas “em alta” ao município do Porto, medida estratégica depois adoptada para com os outros municípios. Em 19 de Dezembro de 1997 foi aprovado, em assembleia geral, o alargamento do sistema de abastecimento a um conjunto de concelhos do Vale do Sousa. |
| 1998 | Decreto-Lei nº 236/98, de 1 de Agosto, relativo à qualidade das águas destinadas ao consumo humano, estabelecendo parâmetros e métodos de análise. Em 1 de Janeiro de 1998, em face da aquisição das infra- estruturas já existentes, a empresa inicia o serviço de fornecimento de água. Aquisição da sede social, na rua D. Pedro V, Porto. |
| 1999 | Inicia-se o abastecimento à área Lever-Sul, com o fornecimento a Espinho e, depois, a Maceda (Ovar). |
| 2000 | Entrada em funcionamento da ETA de Lever e da ETA de Castelo de Paiva.Decreto –Lei nº 194/2000, de 21 de Agosto, que transpõe a Directiva 96/61/CE, relativa à prevenção e controlo integrado da poluição. Directiva – Quadro da Água 2000/60/CE, de 23 de Outubro, estabelece um quadro de acção comunitária no domínio da política da água, de forma a atingir o “bom estado” de todas as águas em 2015. |
| 2001 | Decreto-Lei nº 243/2001, de 5 de Setembro, transpõe a Directiva 98/83/CE, actualizando parâmetros de qualidade e sanitários, estabelecendo as respectivas medidas de controlo. Criação do Boletim Informativo. Arranque do 1º Plano de I&D. |
| 2002 | Introdução do sistema de gestão administrativa integrada ERP. O abastecimento chegou aos extremos da área de concessão: a Sul (S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis), e Norte, ao Vale do Sousa. Atribuição da Marca de Qualidade LNEC a seis obras da empresa. A empresa passa a disponibilizar na internet os relatórios da qualidade da água. |
| 2003 | Conclusão do sistema adutor Castelo de Paiva- Vale do Sousa. Certificação pela APCER do SGI- Sistema de Gestão Integrada da Qualidade, Ambiente e Segurança. |
| 2004 | Criação da NETDOURO – Gestão de Infraestruturas de Telecomunicações, SA. Arranque da aplicação GORA – Gestão Operacional da Rede da Água. |
| 2005 | Em 12 de Janeiro de 2005, efectua-se a primeira ligação (Pedrouços-Nogueira da Maia) no projecto “auto-estradas da água”, ligação entre sistemas multimunicipais. |
| 2006 | Iniciou-se a construção do Centro de Educação Ambiental com o objectivo da divulgação de temas relacionados com o meio ambiente,o rio Douro, o ciclo da água e a preservação dos recursos hídricos. |
| 2007 | Iniciou-se a instalação da nova conduta adutora Jovim - Nova Sintra, que se encontra a ser compatibilizada com o projecto de "Requalificação Urbana e Ambiental da Margem Ribeirinha de Gondomar", esta obra irá permitir o reforço do abastecimento ao municipio do Porto. |
| 2008 | Iniciou-se a instalação da conduta Ramalde-Galegos que fará a ligação entre os Sistemas de Lever e Vale do Sousa, que permitirá aumentar a fiabilidade e a operacionaliddae de todo o sistema de abastecimento de água da empresa. |











