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Esquema simplificado das principais entradas e saídas na actividade da AdDP


1. Captação de Água
Note-se que também aqui, e à semelhança do que se registou no volume total de água distribuída houve uma redução em relação ao ano anterior.
Indicador de Sustentabilidade - Volume de água captada

Rio Douro - Adoptou-se o caudal módulo indicado no Plano de Bacia Hidrográfica do Rio Douro, 2001 (INAG) para a Foz do rio Douro.
Rio Paiva - Conforme Estudo Prévio da Barragem para Captação no Rio Paiva, 2000, (Hidrorumo – Projecto e Gestão, SA).
Rio Ferro/Rio Vizela e Rio Ferreira – Conforme o estudo - Complexo dos rios Vizela/Ferro e Ferreira. Estudos hidrológicos, 2002 (Hidrorumo - Projecto e Gestão, S.A)
Relação entre Caudal Captado e Caudal Módulo

Em termos de licenciamento das captações de água, a AdDP apresentou os pedidos de licença para todas as captações, no entanto, o processo encontra-se, ainda, em fase de apreciação pela autoridade responsável.
Consumo de Energia eléctrica

Estas instalações foram alvo de auditorias energéticas, tendo-se obtido a aprovação dos respectivos Planos Quinquenais de Racionalização dos Consumos de Energia em Janeiro de 2009.
Distribuição do consumo de energia eléctrica

Deste modo, em 2008 a eficiência energética das Estações Elevatórias manteve-se em 0,36 kWh/m³/100m, inferior ao valor de referência
do IRAR, que é de 0,40 kWh/m³/100m.
Indicador de Sustentabilidade - Consumo de Energia Eléctrica por Volume de Água Distribuída

Para a produção da energia eléctrica consumida pela AdDP foi necessário ao seu fornecedor de electricidade recorrer a combustíveis primários. Neste consumo de energia indirecta pode ser constatada a diminuição na utilização de fuelóleo como fonte de energia primária.
Os combustíveis utilizados pelas viaturas da frota constituem uma outra parte da energia consumida pela empresa. O consumo daquela energia, que ascendeu em 2007 a 5001 gigajoules, sofreu um crescimento moderado entre 2003 e 2006 devido a um aumento do número médio de viaturas decorrente de necessidades operacionais.
Consumo de Combustível na frota

3 - Produção de Resíduos
Quantidade de Resíduos produzidos

Com a entrada em funcionamento em 2007 da ligação dos poços aluvionares à Estação de Tratamento, esta redução contribuição superficial face à de profundidade foi ainda maior, pelo que se voltou a verificar uma redução na quantidade de lama produzida nesta instalação. Outro factor importante para a menor produção de lamas é o facto de não se terem registado, durante estes últimos 3 anos, grandes problemas de turvação no rio Douro.
Indicador de Sustentabilidade - Destino final dos resíduos

4 - Efluentes líquidos
5 - Água não facturada
O aumento do indicador de percentagem de água não facturada, ocorrido entre 200 e 2008, deveu-se a uma combinação dos seguintes factores: perdas no sistema de distribuição devido à deterioração da conduta adutora Jovim - Nova Sintra e do reservatório de Jovim e, em grande parte, da entreda em pleno funcionamento da etapa de pré-tratamento da ETA de Lever.
Indicador de Sustentabilidade - Água Não Facturada

6 - Consumo próprio de Água
Os consumos próprios englobam a água utilizada nos sanitários, nas cozinhas, na rega, e na lavagem das infra-estruturas, e, à excepção dos da Sede, são considerados consumos autorizados não facturadas; ou seja, são contabilizados no indicador Água não Facturada.
De forma a possibilitar a quantificação destes consumos, foram colocados contadores em várias instalações da empresa, sendo o seu registo iniciado em meados de 2007. Durante 2008, o valor total registado foi 12.008 m³, o que corresponde a 0,5% da quantidade de água não facturada.
7 - Emissões Gasosas
Emissões de CO2

8 - Produtos consumidos no tratamento da água
Quantidade total de produtos utilizados no tratamento de água

Quantidade total de produtos utilizados no tratamento de água

9 - Biodiversidade
No seguimento do estudo realizado, foi adjudicada uma empreitada para execução de um circuito de caminhos de aproximadamente 1 Km, que ligam toda a área, de forma a tornar a envolvente acessível a visitantes e a meios de prevenção e combate a fogos florestais. O bosque foi ainda enriquecido com a plantação de alguns exemplares de Arbutus unedo (Medronheiro), Ilex aquifolium (Azevinho), Quercus robur (Carvalho roble) e Quercus suber (Sobreiro). Os caminhos foram executados em saibro de modo a permitir a permeabilidade do terreno e não alterando o habitat natural, de acordo com as indicações da CCDR-N, e durante a execução da empreitada tomaram-se todas as preocupações de modo a preservar o espaço envolvente e as espécies protegidas e de grande porte.
A AdDP não possui nehuma instalação em zonas de Parque Nacional, Parque Natural ou reserva Natural. Contudo, existem duas infra-estruturas da empresa que se localizam em Sítios da Rede Natura 2000: a captação da Ponte da Bateira (Sítio: Rio Paiva) e o reservatório de Provizende e adutora associada (Sítio: Serra da Freita e Arrada).
No primeiro caso, a construção do açude na zona de captação no rio Paiva foi anterior à definição da Rede Natura. De qualquer forma, a empresa procurou minimizar o impacto daquela infra-estrutura através da instalação de uma escada de peixes que permitisse a passagem de jusante para montante. Para o reservatório de Provizende e conduta associada foram introduzidas, logo na fase de projecto, medidas de mitigação que permitiram obter parecer favorável do Instituto de Conservação da Natureza (ICN).
No futuro, a conduta adutora Ramalde - Portela de Rans, que ligará o subsistema de Lever ao subsistema do Vale do Sousa, irá atravessar o Sítio Rede Natura de Valongo. Esta conduta encontra-se em fase de projecto de execução, que prevê várias medidas mitigadoras de forma a minimizar os impactes na fase de execução da obra e durante o período de vida da conduta.
10 - Impacto Paisagístico
11 - Ocorrências Ambientais
Não ocorreram em 2008 quaisquer acidentes que causassem dano significativo no ambiente.
Em 2008, verificou-se a ocorrência de um incêndio na sala dos quadros gerais de baixa tensão da Estação de Cloragem de Jovim, o qual teve como causa raiz a degradação do isolamento de um dos cabos de alimentação. Este incêndio rpovocou a paragem da instalação e a consequente falha no doseamento de cloro a Lever-Norte, durante cerca de 13 horas e 30 minutos.
De realçar que a intervenção atempada das Direcções Operacionais, e a sua articulação com os Bombeiros Voluntários de Gondomar e GNR de Gondomar, permitiu evitar que se verificasse qualquer impacto na qualidade da água ou interrupção ou restrição no abastecimento aos clientes da AdDP. No que respeita a danos pessoais, salienta-se a inexistência de quaisquer lesões nos colaboradores que apoiaram intervenção e restabelecimento do funcionamento da instalação.
Em 2008, fori aplicada uma coima à AdDP, no valor de € 3.500, por caducidade da licença de rejeição de águas residuais na, entretando já desactivada, ETAR da Estação de Tartamento de Água de Castelo de Paiva. A situação remonta a 2005, e refere-se ao facto da AdDP ter soliciatdo a renovação da licença à entidade competente, antes da mesma ter caducado, falhando por alguns dias o prazo estabelecido. Foi ainda aplicada um coima no valor de € 1.500 por incumprimentos dos limites de qualidade do efluente de descarga da ETAR da ETA de Lever. DE referir que os incumprimentos se deveram a um problema de concepção da ETAR, e que os mesmos, bem como as acções tomadas para os resolver , foram sempre comunicados à Direcção Regional do Ambiente (DRA), sem que esta entidade alguma vez se tivesse manifestado. Não conseguindo a AdDP resolver o problema, decidiu-se pela ligação ao saneamento público, tendo a obra de ligção ficado concluída em 2006.











