Empresa > O que é a AdDP
Concessão
A Águas do Douro e Paiva, SA é concessionária, até ao ano 2026, do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água à Área Sul do Grande Porto.
Accionistas
Águas de Portugal SGPS, SA e 18 Municípios Aderentes:
Arouca - Castelo de Paiva - Cinfães - Espinho - Felgueiras - Gondomar - Lousada - Maia - Matosinhos - Oliveira de Azeméis - Ovar - Paços de Ferreira - Paredes - Porto - Santa Maria da Feira - São João da Madeira - Valongo - Vila Nova de Gaia.
Arouca - Castelo de Paiva - Cinfães - Espinho - Felgueiras - Gondomar - Lousada - Maia - Matosinhos - Oliveira de Azeméis - Ovar - Paços de Ferreira - Paredes - Porto - Santa Maria da Feira - São João da Madeira - Valongo - Vila Nova de Gaia.
Visão
“Ser uma empresa de referência no sector da indústria da água e um instrumento eficaz para o desenvolvimento da região em que se insere.”
Missão
“Conceber, construir e gerir o sistema de captação, tratamento e adução de água em alta do Grande Porto Sul, garantindo aos municípios aderentes o fornecimento das quantidades necessárias de um produto de qualidade, através de processos de produção eficientes e respeitadores dos valores sociais e ambientais mais elevados.”
Política Empresarial
A Águas do Douro e Paiva, assumindo o compromisso de contribuir activamente para o desenvolvimento sustentado dos serviços do abastecimento de água e para a concretização das metas estabelecidas para o sector, coloca o seu empenho no cumprimento das obrigações e responsabilidades sociais para com os accionistas, clientes, colaboradores, concedente, fornecedores e comunidade.
Consciente do seu papel como instrumento de desenvolvimento da região em que se insere, a empresa assume ainda a promoção da protecção do meio ambiente e a sua valorização junto da comunidade. Neste contexto, a AdDP aplica uma estratégia de negócio assente nos seguintes princípios:
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Satisfação do Cliente: Manter a satisfação do cliente, antecipando e correspondendo às suas necessidades e expectativas, e estabelecer parcerias, com vista à melhoria do serviço prestado aos consumidores;
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Motivação dos Colaboradores: Promover o desenvolvimento pessoal e profissional dos Colaboradores, através da adequação de competências, sensibilização, formação e melhoria das condições de trabalho, fomentando o seu envolvimento, responsabilidade individual e criatividade;
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Gestão Responsável dos Processos: Assegurar a optimização dos processos procurando garantir a qualidade e segurança do produto, a continuidade do fornecimento, o uso eficiente e sustentável dos recursos, a minimização dos impactes ambientais e riscos de segurança, bem como a prevenção da poluição, dos acidentes graves com substâncias perigosas utilizadas, das lesões, dos ferimentos e dos danos para a saúde dos colaboradores, ou outros que trabalhem em nome ou ao serviço da AdDP, e da comunidade envolvente;Respeitar integralmente todos os requisitos da legislação aplicável, das normas ISO9001, NP4397/OHSAS18001, ISO14001, NP EN ISO/IEC 17025 e SA8000, e outros que a AdDP subscreva;
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Melhoria Contínua e Inovação: Apostar na aprendizagem permanente e no aprofundamento do conhecimento, como forma de assegurar a investigação, o desenvolvimento e a inovação imprescindíveis à melhoria contínua do Sistema de Gestão Integrada da AdDP;
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Comunicação de Desempenho: Adoptar uma postura de transparência partilhando, com as partes interessadas, a política empresarial, os objectivos estabelecidos e o desempenho atingido nas diferentes vertentes do desenvolvimento sustentável: económica, social e ambiental.
Código de Conduta AdDP
Código de Conduta Empresas e VIH
Investimento e Participação Comunitária
Resumo da 1ª fase de investimentos – Principais infra-estruturas
Lever Sector Produção
Investimento: 55 milhões de euros
ETA de Lever - Capacidade de produção 400.000 m3/dia
Plataforma da ETA de Lever
Sub-estação de energia eléctrica
ETA Compacta
ETA Piloto
Reabilitação e ampliação do Sector Norte de Lever
Investimento: 25 milhões de euros
Reabilitação do Complexo de Jovim
Intervenções nos reservatórios de Ramalde e Pedrouços
Reforço do sistema de adução
Duplicação da conduta adutora Jovim – Ramalde - Pedrouços
Reforço da adução a Matosinhos
Instalação de 17 caixas e medidores de caudal
Ampliação do Sector Sul de Lever
Investimento: 40 milhões de euros
Ampliação dos sistemas adutores para abastecimento dos Municípios a Sul do rio Douro
Construção de condutas adutoras (95 km de DN 1800 a 80 mm)
Construção de 8 novos reservatórios e reabilitação de 1
Construção de 6 estações elevatórias
Construção de 3 estações de recloragem
CASTELO DE PAIVA E CINFÃES
Investimento: 9 milhões euros
Açude
Estação Elevatória e conduta adutora
ETA de Castelo de Paiva (Capacidade de Produção de 30.000 m3/dia)
Construção do reservatório e elevatória de Cunha
Resumo da 2ª fase de investimentos – Principais infra-estruturas
Linha de adução ETA de Castelo de Paiva – Nó 2
Investimento: 14 milhões de euros
Instalação de cerca de 21 km de condutas adutoras (DN entre 700 e 800mm)
Adução a Paços de Ferreira
Investimento: 7 milhões de euros
Estação Elevatória Louredo/Paredes
Câmara de Carga de Visalto
Instalação de 15 km de condutas adutoras (DN entre 200 e 700mm)
Ligação dos Sectores
Investimento: 3 milhões de euros
Estação Elevatória e Reservatório Portela de Rans
Instalação de 2km de condutas adutoras (DN 500mm)
Adutoras de Felgueiras e Finalização do Sector Norte
Investimento: 10 milhões de euros
Construção de 3 estações elevatórias
Instalação de 36km de condutas adutoras (DN entre 250 e 500mm)
ETA do Ferro
Investimento: 1 milhão de euros
Construção da ETA do Ferro (Capacidade de produção de 6.000m3/dia)
Reabilitação da ETA do Ferreira
Investimento: 2 milhões de euros
Reabilitação da ETA do Ferreira (Capacidade de produção de 4.500m3/dia)
Participação Comunitária
A estruturação da empresa Águas do Douro e Paiva, como de todas as outras empresas relativas ao abastecimento de água ou saneamento, não pode dissociar-se do processo de integração europeia, das exigências comunitárias prevalecentes nestes domínios através das respectivas directivas, bem como dos apoios financeiros disponibilizados para o efeito do necessário ajustamento. A modernização deste tipo de estruturas beneficiou directamente do afluxo de ajudas comunitárias. A construção da rede física de abastecimento de água para consumo público integrada nos sistemas multimunicipais contou com a comparticipação financeira da Comunidade Europeia, através do Fundo de Coesão, no âmbito do Quadro Comunitário de Apoio. Para o sistema da área coberta pela Águas do Douro e Paiva, foram apresentadas ao Fundo de Coesão várias candidaturas, todas financiadas a uma taxa de comparticipação de 85%.
Projecto FC 94/10/61/003-004 – Viabilização de estudos, projectos e aquisição de terrenos (ainda apresentado pelo IPE-Águas de Portugal, com candidatura conjunta para a empresa Águas do Cávado, S.A. ), num montante de 400 mil contos (1,995 milhões de euros).
Projecto 95/10/61/008 – Realização de obras compra de terrenos, ETA de Lever e estações elevatórias, adutoras a Sul (Seixo Alvo) e a Norte (Jovim), no montante de 25,8 milhões de contos (129 milhões de euros).
1999/PT/16/C/P/E/001 – Investimento no alargamento do sistema ao Vale do Sousa, no montante de 10 milhões de contos (49,8 milhões de euros).
Sendo determinante a comparticipação europeia, deve, no entanto, notar-se que, até 2004, o investimento realizado pela empresa foi globalmente de 325 milhões de euros, limitando-se essa comparticipação a cerca de 160 milhões de euros, ou seja, cerca de 50% do total, o que evidencia a existência de outras acções não comparticipadas, que a empresa teve de assumir, nomeadamente através de financiamento junto de entidades bancárias, assumindo os respectivos custos de capital.
Projecto FC 94/10/61/003-004 – Viabilização de estudos, projectos e aquisição de terrenos (ainda apresentado pelo IPE-Águas de Portugal, com candidatura conjunta para a empresa Águas do Cávado, S.A. ), num montante de 400 mil contos (1,995 milhões de euros).
Projecto 95/10/61/008 – Realização de obras compra de terrenos, ETA de Lever e estações elevatórias, adutoras a Sul (Seixo Alvo) e a Norte (Jovim), no montante de 25,8 milhões de contos (129 milhões de euros).
1999/PT/16/C/P/E/001 – Investimento no alargamento do sistema ao Vale do Sousa, no montante de 10 milhões de contos (49,8 milhões de euros).
Sendo determinante a comparticipação europeia, deve, no entanto, notar-se que, até 2004, o investimento realizado pela empresa foi globalmente de 325 milhões de euros, limitando-se essa comparticipação a cerca de 160 milhões de euros, ou seja, cerca de 50% do total, o que evidencia a existência de outras acções não comparticipadas, que a empresa teve de assumir, nomeadamente através de financiamento junto de entidades bancárias, assumindo os respectivos custos de capital.











